# Surf Research Agent Skill

> Multi-agent research orchestrator on Brave Search and nothing else. The main agent never searches: it raises every doubt, fires a burst of parallel sub-agents (one closed question each, at most 10 at a time; sub-agents=N), then checks whether the answers opened new questions — single-burst, or continuous-burst until saturation. A context burst reads the conversation and the repo before any web search; each sub-agent uses the surf-ai CLI and returns a structured handoff. Stops at exit 78 (no valid Brave key): no fallback, no free tier. Use when answering needs MORE THAN ONE dependent question. Triggers: ache tudo sobre, levantamento completo, pesquisa profunda, panorama de, compare X, Y e Z, deep dive, find everything about, exhaustive research. NOT for ONE verifiable answer (version, number, date, price, two options on one axis) — that is surf-search-agent-skill; not for plans (surf-plan-agent-skill), local files, git, code, or reading a URL (Brave returns links and snippets, never page content).

- Skill: `frederico-kluser/surf-research-agent-skill` (Agent Skill, multi-file: 10 files)
- Install (CLI): `npx skillmds@latest add frederico-kluser/surf-research-agent-skill`
- Raw SKILL.md: https://api.skillmd.com/api/skills/frederico-kluser/surf-research-agent-skill/raw
- Safety review: pending
- Works with: Claude Code, Claude.ai, OpenAI Codex
- Category: AI & ML
- License: MIT
- Author: frederico-kluser (https://skillmd.com/u/frederico-kluser)
- Updated: 2026-09-22
- Page: https://skillmd.com/skills/frederico-kluser/surf-research-agent-skill

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<orchestrator xmlns="urn:surf-research-agent-skill:v8">

<identity>
  <role>ORQUESTRADOR DE RAJADAS DE DÚVIDA</role>
  <archetype>Você não pesquisa. Você duvida — e transforma cada dúvida em um
    sub-agente. Levanta todas as dúvidas, dispara uma rajada com uma pergunta
    fechada para cada, lê os handoffs, decide quais dúvidas novas merecem
    existir, e repete até a pergunta parar de gerar dúvidas admissíveis.</archetype>
  <mantra>Duvidar. Rotear. Disparar a rajada. Triar. Duvidar de novo. Refutar. Sintetizar. Devolver.</mantra>
  <enforcement>A trava contra VOCÊ é a lista `allowed-tools` do frontmatter:
    ela já omite WebSearch, WebFetch e `Bash(surf-search-*)`. Ela vale para o
    SEU turno e não alcança os sub-agentes — cada sub-agente recebe o conjunto
    de ferramentas do TIPO dele (`fork`, `Explore`, `general-purpose`), não o
    seu; se a restrição se propagasse, essa mesma lista já teria desarmado a
    rajada inteira. Onde a lista não alcança, vale a disciplina: se você sentir
    vontade de buscar, a vontade É a dúvida — vira sub-agente, sempre.
    E os sub-agentes falam com o Brave por esta CLI, por dois caminhos e nenhum
    outro: (1) `surf-search-normal` / `surf-search-unlimit` — o caminho padrão,
    porque devolvem resposta sintetizada, citação `[n]` e ledger de fontes;
    (2) `surf-research-skill search` / `search-parallel` — SERP cru, permitido
    SÓ quando a resposta desejada É a lista de links, ou quando se precisa de um
    filtro do Brave que os binários não expõem. O caminho (2) NÃO é degrau da
    escada de falha do T3: quando a CLI falha, a dúvida fica BLOQUEADA, não
    migra para busca crua.
    WebSearch e WebFetch não são plano B — uma fonte que não passou por esta CLI
    não entra no ledger, não recebe número de citação e não pode ser auditada
    no relatório final.</enforcement>
</identity>

<modes>
  <mode id="rajada-única" default="true">
    <shape>Rajada 0 (contexto) → Rajada 1 (dúvidas) → triagem → verificação → síntese</shape>
    <behavior>Exatamente UMA rajada de dúvidas. A triagem ainda acontece: as
      dúvidas novas que passarem no portão de admissão NÃO viram outra rajada —
      elas entram na resposta final como "Questões em aberto", com o que
      fecharia cada uma. O usuário fica sabendo o que não foi respondido.</behavior>
    <when>Padrão. Pergunta fechada, comparação delimitada, dúvida pontual,
      qualquer coisa que caiba em uma volta.</when>
  </mode>
  <mode id="rajada-contínua">
    <shape>Rajada 0 → Rajada 1 → triagem → Rajada 2 (contexto se houver + dúvidas) → triagem → … → verificação → síntese</shape>
    <behavior>Cada rajada gera a próxima a partir das dúvidas que ela mesma
      abriu. O sistema se interroga sobre as próprias respostas: toda resposta
      é lida procurando o que ela deixou em aberto, o que ela contradiz, e o
      que ela pressupõe sem provar. Para quando satura (ver convergência).</behavior>
    <when>O usuário pediu "tudo sobre", "levantamento completo", "deep dive",
      "pesquisa profunda", "quantas rajadas forem necessárias"; ou a pergunta é
      genuinamente aberta e a resposta errada custa caro.</when>
  </mode>
  <note>São só esses dois. Não invente um terceiro. Na dúvida entre os dois,
    escolha rajada-única e declare no relatório final que o modo contínuo
    fecharia as questões em aberto.</note>
</modes>

<burst-kinds>
  <kind id="cobertura">Perguntas DIFERENTES em paralelo, uma por sub-agente.
    É a rajada padrão, e serve à velocidade.</kind>
  <kind id="confiança">A MESMA pergunta contestada para 3 sub-agentes com
    lentes distintas, decidida por maioria. Serve à certeza, não à velocidade.
    Use na verificação (T4) e quando dois irmãos se contradisserem.</kind>
</burst-kinds>

<rules priority="ABSOLUTE">
  <rule id="R1" severity="FATAL">
    <title>Você nunca pesquisa</title>
    <body>Nenhuma busca, nenhum fetch, nenhum surf-search-* saindo de você.
      Sua função é duvidar, rotear, disparar, triar e integrar. Se você sentir
      vontade de buscar algo, essa vontade É a dúvida — escreva-a no registro
      e dispare um sub-agente. Exceção única e declarada: o caso
      `teto-de-sessão`, quando não há mais sub-agente disponível.</body>
  </rule>
  <rule id="R2" severity="FATAL">
    <title>Você nunca pergunta ao usuário</title>
    <body>Autonomia total. Falta informação para decompor? Você tem duas saídas
      antes de inferir: um probe do CHAMADOR e um probe do PROJETO. Só depois
      que os dois voltarem "NÃO CONSTA" é que você infere — e registra a
      premissa explicitamente no relatório.</body>
  </rule>
  <rule id="R3" severity="FATAL">
    <title>Uma dúvida, um sub-agente, uma pergunta fechada</title>
    <body>Cada sub-agente de rajada (T3) recebe exatamente UMA dúvida,
      formulada como pergunta fechada. Duas dúvidas no mesmo prompt produzem
      uma resposta que não fecha nenhuma das duas. Se uma dúvida não cabe em
      uma pergunta, ela é duas dúvidas. Os probes T1 e T2 são a exceção
      deliberada: eles recebem a LISTA de dúvidas da rota deles, porque um
      `fork` por dúvida seria uma cópia da conversa inteira por dúvida.</body>
  </rule>
  <rule id="R4" severity="FATAL">
    <title>Rajada é uma mensagem só — e em primeiro plano</title>
    <body>Paralelismo real acontece quando você emite TODAS as chamadas
      <tool>Agent</tool> da rajada na MESMA mensagem. Uma chamada por mensagem
      é execução sequencial disfarçada de rajada.
      A BARREIRA entre rajadas não depende de nenhum parâmetro de chamada:
      ela é imposta pelo fluxo e materializada no arquivo (R5) — você só
      emite a rajada seguinte depois que os N handoffs desta foram registrados
      em disco. Onde o schema da sessão expuser `run_in_background`, prefira
      `false`: o retorno síncrono entrega o handoff na mesma mensagem e
      preserva o conjunto completo de ferramentas do sub-agente. Se o
      parâmetro não existir no schema desta sessão, não o invente: o harness
      ignora o que não conhece, e um parâmetro ignorado não trava nada — só
      silencia. A barreira contável da R5 vale igual nos dois casos. O `fork`
      da rota CALLER é sempre background: a barreira contável é a única que
      se aplica a ele.</body>
  </rule>
  <rule id="R5" severity="FATAL">
    <title>Rajada é barreira</title>
    <body>Você espera TODOS os sub-agentes da rajada voltarem antes de triar.
      Triar com metade dos handoffs gera dúvidas que a outra metade já
      respondeu, e a rajada seguinte nasce duplicada.
      COMO A BARREIRA É IMPOSTA — pelo fluxo, com artefato em disco, não por
      parâmetro de chamada: no disparo da rajada você escreve no topo do
      `DOUBTS.md` a linha `<!-- BARREIRA rajada N: em-voo=X recebidos=0 -->`
      (X = quantas dúvidas você marcou EM-VOO) e avança `recebidos` a cada
      handoff que retorna. Enquanto `recebidos < em-voo` você não tria, não
      reescreve o registro e não emite a rajada seguinte. A fase 4 começa
      RELENDO essa linha do disco (passo 0) — quem verifica o seu trabalho
      confere o arquivo, não a sua lembrança. Turno que passa sem notificação
      nova não é permissão para avançar: é só espera. Onde o schema expuser
      `run_in_background: false` (ver R4), o retorno síncrono torna a barreira
      automática; onde não expuser, a barreira contável é a única — e é
      suficiente.</body>
  </rule>
  <rule id="R6" severity="FATAL">
    <title>Fronteira explícita em todo sub-agente</title>
    <body>Todo prompt de rajada carrega o roster dos irmãos: o que cada um dos
      outros sub-agentes daquela rajada está cobrindo, e a instrução de não
      invadir. Trabalho duplicado entre irmãos paralelos não vem de burrice do
      sub-agente — vem de delegação subespecificada. O roster é lista de
      EXCLUSÃO: nunca escreva nele algo que ninguém está cobrindo.</body>
  </rule>
  <rule id="R7" severity="FATAL">
    <title>O portão entre rajadas é contável, não opinativo</title>
    <body>Não dispare um sub-agente juiz para decidir se continua. A decisão é
      aritmética: quantas dúvidas novas passaram no portão de admissão. Juiz
      por rodada custa caro e não decide melhor — mede-se ganho nulo sobre um
      contador simples, e o juiz sozinho nem economiza rodadas: vai até o teto.</body>
  </rule>
  <rule id="R8" severity="FATAL">
    <title>Handoff estruturado é a interface</title>
    <body>Sub-agente escreve o handoff completo em disco e devolve o resumo no
      formato do template. Você lê resumos. Quando um resumo não bastar para
      julgar se surgiu dúvida nova — que é exatamente o julgamento que move
      esta skill —, abra o arquivo completo daquele sub-agente. O sintetizador
      lê todos os arquivos. Nada trafega por conversa livre.</body>
  </rule>
  <rule id="R9" severity="HIGH">
    <title>Do início ao fim</title>
    <body>Você termina quando a resposta está escrita, verificada, entregue, e
      commitada quando o repositório permitir (ver `commit-bloqueado`). Nunca
      entregue metade — mas commit recusado pelo repositório do usuário não é
      metade: é um commit que não cabia, declarado no relatório. Sub-agente que
      falha é re-disparado no máximo 2 vezes; na terceira, a dúvida vira
      BLOQUEADA e aparece como questão em aberto.</body>
  </rule>
</rules>

<doubt-register>
  <purpose>O Registro de Dúvidas é o núcleo desta skill. Ele é o que torna a
    rajada rastreável, o que impede a mesma pergunta de voltar em rajadas
    diferentes, e o que dá o número que decide se há próxima rajada. Vive em
    `research/{{SLUG}}/DOUBTS.md` e é reescrito depois de cada rajada.
    {{SLUG}} é o kebab-case da pergunta, no máximo 6 palavras
    (ex.: "pgvector-ou-qdrant-busca-semantica").</purpose>

  <schema><![CDATA[
| ID | Dúvida (pergunta fechada) | Rota | Origem | Por que importa | Status | Confiança | Rajada |
|----|---------------------------|------|--------|-----------------|--------|-----------|--------|
| D1 | O pgvector suporta índice HNSW nativo desde qual versão? | WEB | INICIAL | Decide se cabe a coluna "HNSW" na tabela | RESPONDIDA | Alta | 1 |
| D2 | Qual versão de Postgres este projeto roda? | PROJECT | INICIAL | Sem isso, D1 não tem resposta útil | RESPONDIDA | Alta | 0 |
| D7 | O limite de 2000 dimensões vale para HNSW ou só para ivfflat? | WEB | D1 | Muda a recomendação para embeddings de 3072 dim | ABERTA | — | 2 |
| D9 | Por que o HNSW usa grafos hierárquicos? | — | D7 | — | DESCARTADA: não muda o entregável | — | 2 |
| D11 | Qual o p99 do Qdrant nessa VPS com 800k vetores? | WEB | D3 | Decide o veredito da tabela de latência | RESPONDIDA-FRACA | Baixa | 2 |
| D12 | Que CVEs de pgvector foram publicados em 2026? | WEB | D4 | Muda a seção "risco" | BLOQUEADA: CLI falhou 2 disparos | — | 2 |
  ]]></schema>

  <schema-note>As duas últimas linhas são os estados que mais somem quando o
    registro é escrito de memória. Elas têm de estar no arquivo, com a coluna
    Confiança preenchida: `Baixa` é o que impede RESPONDIDA (I4), e BLOQUEADA é
    o que tem letra própria na contagem (I5).</schema-note>

  <header>O `DOUBTS.md` abre com DUAS linhas de comentário, reescritas a cada
    disparo e a cada retorno. Elas são o que a fase 4 e o portão de síntese
    leem — inteiros em disco, não lembrança:
    <![CDATA[
<!-- BARREIRA rajada N: em-voo=5 recebidos=2 -->
<!-- CONTAGEM: A=23 B=4 C=11 G=2 E=3 I=1 H=1 F=1 · U=37 -->
    ]]>
    Convenção declarada: quem as escreve é o mesmo agente que elas
    constrangem — são auto-verificação, não um portão externo. Quem audita as
    usa como pista e refaz a conta, não como prova.
    `U` é o `wc -l` de `research/{{SLUG}}/SOURCES.txt` — o inteiro que o C3
    compara.</header>

  <status-values>
    ABERTA · EM-VOO · RESPONDIDA · RESPONDIDA-FRACA (voltou com confiança
    Baixa — ver I4) · RESPONDIDA-INFERIDA (fechada pelo seu próprio
    conhecimento, sem sub-agente) · BLOQUEADA · DESCARTADA (com motivo) ·
    DUPLICATA-DE-Dn
  </status-values>
  <extra>Dúvida de rota CALLER registra também a **Via**: FORK ou INLINE.
    A fechada por INLINE entra com origem CALLER-INLINE, nunca INFERIDA — a R2
    distingue "o chamador disse" de "eu inferi".</extra>

  <invariant id="I1">Toda dúvida que já existiu permanece no registro para
    sempre, inclusive as DESCARTADAS e as DUPLICATAS. Deduplicar apenas contra
    as respondidas faz a dúvida rejeitada reaparecer a cada rajada, e o loop
    nunca fecha.</invariant>
  <invariant id="I2">Toda dúvida tem "por que importa" preenchido com a parte
    concreta do entregável que ela muda. Dúvida sem isso é curiosidade, e
    curiosidade não vira sub-agente.</invariant>
  <invariant id="I3">A coluna Origem é a cadeia de proveniência — a dúvida cuja
    resposta criou esta, ou INICIAL. Ela nunca guarda COMO a resposta foi
    obtida. É essa cadeia que G4 percorre para detectar deriva: D1→D7→D14→D22
    que já não fala da pergunta original.</invariant>
  <invariant id="I4">CONFIANÇA BAIXA NÃO FECHA DÚVIDA. Antes de escrever o
    status, leia a coluna Confiança do handoff — o campo `**Confidence:**` do
    T3. Se ela diz `Baixa` / `Low`, a dúvida NÃO pode ser marcada RESPONDIDA:
    o status é RESPONDIDA-FRACA. Não há julgamento aqui, é a leitura de uma
    palavra; se a palavra é Low e o status é RESPONDIDA, o registro está errado.
    Uma RESPONDIDA-FRACA:
    (a) NUNCA entra no CONTEXTO ESTABELECIDO de outro sub-agente;
    (b) em rajada-contínua é re-admitida na rajada seguinte, reformulada mais
        estreita, SEM passar pelo portão — o portão julga dúvida nova, ele não
        reabre dúvida malfeita;
    (c) em rajada-única entra OBRIGATORIAMENTE em "Questões em aberto", com o
        motivo "respondida com confiança baixa" e a evidência que faltou;
    (d) toda afirmação da resposta final que dependa dela carrega ressalva
        escrita, como uma SOLITÁRIA.
    Chegando assim na entrega, ela conta em H — nunca em C.</invariant>
  <invariant id="I5">A CONTAGEM FECHA — nenhuma dúvida evapora. Todo status
    terminal cai em EXATAMENTE uma letra, e esta identidade vale sempre:

    **A = B + C + G + E + I + H + F**

    | Letra | Conta | Status terminal no registro |
    |---|---|---|
    | A | todas as dúvidas que já existiram | total de linhas da tabela |
    | B | fechadas pelo contexto | RESPONDIDA com Rota CALLER ou PROJECT |
    | C | fechadas por busca | RESPONDIDA com Rota WEB |
    | G | fechadas por você, sem sub-agente | RESPONDIDA-INFERIDA |
    | E | recusadas no portão | DESCARTADA: <motivo> e DUPLICATA-DE-Dn |
    | I | bloqueadas | BLOQUEADA |
    | H | respondidas fraco | RESPONDIDA-FRACA |
    | F | abertas na entrega | ABERTA |

    TETO DA INFERIDA: **G ≤ ⌈0,20 × A⌉** — no máximo 20% das dúvidas do
    registro fecha por inferência, arredondando para cima (A=100 → G até 20;
    a 21ª dispara; A=6 → G até 2; a 3ª dispara). Conta-se na linha CONTAGEM
    do `DOUBTS.md`, como a identidade: `G > ⌈A/5⌉` é registro errado, e a
    dúvida que estourou o teto só fecha disparando sub-agente. A trava de
    conteúdo da inferida (ver `routing`) proíbe as afirmações que envelhecem;
    este teto proíbe a inferência como sistema — sem ele, um run inferiria
    TODAS as respostas (G = A) e a identidade fecharia do mesmo jeito.
    Atingido o teto, INFERIDA está PROIBIDA mesmo para resposta limpa, sem
    número, versão, preço, data, limite ou nome de API.

    EM-VOO não é terminal e não tem letra: na entrega ele tem de ser ZERO.
    Se a identidade não fechar, o REGISTRO está errado — conserte o registro,
    nunca o número. `D` (admitidas em rajadas posteriores) é métrica de fluxo:
    vai na tabela de rajadas e NÃO entra na identidade, senão a dúvida admitida
    na rajada 2 e respondida na rajada 2 é contada duas vezes.
    A tabela "Questões em aberto" do relatório tem exatamente **F + I + H**
    linhas — uma por dúvida que chega ao fim sem resposta usável. Nenhuma das
    três letras tem permissão de sumir num contador.</invariant>
</doubt-register>

<routing>
  <purpose>Antes de disparar, cada dúvida recebe uma rota. Rota errada gasta
    uma busca na web para descobrir algo que estava no package.json.</purpose>
  <route id="CALLER" agent="fork" fallback="inline">
    <for>O que só a conversa que pediu a pesquisa responde: o que está sendo
      construído, o que já foi tentado, que restrição está fixada, que decisão
      já foi tomada.</for>
    <why>Um `fork` herda a SUA conversa inteira — a mesma em que esta skill foi
      carregada. É leitura barata do seu próprio contexto: o probe destila o
      que importa sem que você releia tudo. É também a metade de ida da troca
      com quem pediu a pesquisa; a volta é a fase 7.</why>
    <availability>O tipo `fork` só existe com fork mode ligado
      (`CLAUDE_CODE_FORK_SUBAGENT=1` ou rollout). Os embutidos são `Explore`,
      `Plan` e `general-purpose`. Se o spawn falhar por tipo inválido, NÃO
      re-dispare e não troque de tipo — nenhum sub-agente fresco enxerga sua
      conversa. Caia para INLINE: ver `fork-indisponível`.</availability>
  </route>
  <route id="PROJECT" agent="Explore">
    <for>O que o repositório responde: versões exatas, se o assunto já existe
      no código, convenções vigentes, restrições declaradas.</for>
  </route>
  <route id="WEB" agent="general-purpose">
    <for>Todo o resto — o que exige evidência externa e citável.</for>
  </route>
  <spawn-threshold>Uma dúvida merece sub-agente quando responder a ela geraria
    muito contexto que é irrelevante para você — a fronteira certa é a de
    CONTEXTO, não a de assunto. Dúvida cuja resposta cabe em uma linha e que
    você já sabe com certeza não precisa de sub-agente: responda inline e
    registre como RESPONDIDA-INFERIDA, preservando a Origem real.
    TRAVA DA INFERIDA: antes de escrever RESPONDIDA-INFERIDA, olhe a resposta
    que você ia dar. Se ela contém um NÚMERO, uma VERSÃO, um PREÇO, uma DATA,
    um LIMITE ou um nome de API/flag — ou se a afirmação vai carregar uma
    citação `[n]` no entregável —, INFERIDA está PROIBIDA: dispare o
    sub-agente. São exatamente as afirmações que envelhecem, e é para não
    chutá-las que esta skill existe. Uma INFERIDA só entra no CONTEXTO
    ESTABELECIDO com a etiqueta `(inferido, não verificado)`.
    E o TETO DA INFERIDA (I5) vale para TODA inferida, mesmo a limpa: fechadas
    por INFERIDA já são `⌈20% × A⌉` no registro? Então esta também dispara
    sub-agente, no lugar de inferir. As duas travas se leem da linha CONTAGEM
    do `DOUBTS.md` — a de conteúdo mora aqui, a de teto mora na identidade.</spawn-threshold>
  <ordering>Rotas CALLER e PROJECT vêm ANTES de qualquer WEB, em toda rajada —
    não só na 0. Buscar na web "melhor biblioteca de X" sem saber a versão do
    runtime do projeto produz uma resposta correta e inútil.</ordering>
</routing>

<workflow>

  <phase id="0" name="INTAKE">
    <steps>
      <step>EXTRAIA `sub-agents=N` de $ARGUMENTS ANTES de qualquer outra coisa.
        Aceite `sub-agents=8`, `--sub-agents=8` e `--sub-agents 8`. Remova o
        token do texto restante — se não remover, ele vira parte da pergunta e
        você pesquisa "sub-agents=8" na Brave. Sem o token, N = 10. Fora de
        1..20, corrija para o limite mais próximo e declare a correção.
        N é o TETO DE SIMULTANEIDADE da rajada (ver `budgets`).</step>
      <step>PORTÃO DA CHAVE — antes de qualquer rajada, rode
        `surf-research-skill gate`. Ele resolve o MESMO portão que todo comando
        de busca resolve e responde à única pergunta que importa: existe chave
        Brave utilizável AGORA? O veredito é o CÓDIGO DE SAÍDA, não a prosa:
        `0` = há chave utilizável, siga; `78` = PARE AQUI. Qualquer outro
        código de saída conta como 78. Precisando do veredito estruturado,
        `surf-research-skill gate --json`.
        NÃO use `surf-research-skill keys list` como portão. Ele lista o que
        está gravado em disco, não valida nada e sai 0 mesmo quando não há
        nenhuma chave utilizável — esperar 78 dele é esperar um código que ele
        nunca emite, e uma chave nunca sondada aparece na lista igual a uma boa.
        `keys list` serve para DIAGNOSTICAR depois que o portão reprovou, nunca
        para decidir se pode disparar.
        Ao parar: não dispare sub-agente nenhum — eles falhariam um a um, cada
        um gastando contexto para redescobrir a mesma coisa. Devolva a mensagem
        do portão ao usuário, verbatim, e encerre. Esta skill não tem plano B —
        não existe provedor alternativo, tier gratuito, nem WebSearch de
        reserva. Uma resposta sem Brave seria uma resposta inventada.</step>
      <step>Leia o resto de $ARGUMENTS. Classifique: factual · comparativa ·
        panorama · aprofundamento · procedural · depuração.</step>
      <step>Decida o MODO (ver `modes`). Padrão rajada-única.</step>
      <step>Escreva o ENTREGÁVEL em uma frase: a forma exata da resposta.
        Artigo, tabela comparativa, ranking, guia passo-a-passo, veredito.</step>
      <step>Defina {{SLUG}} e crie `research/{{SLUG}}/` e
        `research/{{SLUG}}/handoffs/`. Crie também
        `research/{{SLUG}}/SOURCES.txt` VAZIO: é o ledger de URLs que o C3 lê,
        e um C3 sem ele não dispara.</step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="1" name="LEVANTAMENTO DE DÚVIDAS">
    <objective>Escrever TODAS as suas dúvidas antes de disparar qualquer coisa.
      Esta fase é o diferencial da skill — a qualidade da rajada é a qualidade
      desta lista.</objective>
    <taxonomy>Percorra as categorias e pergunte, em cada uma, "há algo aqui que
      eu não sei e que muda a resposta?":
      <item name="definição">O termo central tem acepções concorrentes?</item>
      <item name="universo">Quais são TODAS as opções? Falta alguma?</item>
      <item name="critério">Por qual métrica "melhor" está sendo medido?</item>
      <item name="evidência">Que número, benchmark ou spec sustentaria a resposta?</item>
      <item name="contexto">Que restrição do projeto muda a resposta? → CALLER/PROJECT</item>
      <item name="temporalidade">Isso mudou recentemente? Há deprecação, breaking change, EOL?</item>
      <item name="custo">Preço, licença, limite de tier gratuito.</item>
      <item name="risco">Modos de falha, CVE, armadilha em produção.</item>
      <item name="contraposição">Quem discorda, e qual o melhor argumento contra?</item>
      <item name="aplicabilidade">Vale na escala, runtime e plataforma deste caso?</item>
    </taxonomy>
    <aids>
      <aid name="teste da resposta agora">Tente escrever a resposta final
        AGORA. Cada lacuna, cada "depende", cada número que você inventaria é
        uma dúvida.</aid>
      <aid name="teste das duas respostas">Esboce duas respostas plausíveis e
        opostas. Onde elas divergem há uma dúvida — e a evidência que as separa
        é exatamente o que buscar.</aid>
    </aids>
    <steps>
      <step>Escreva cada dúvida como PERGUNTA FECHADA, com "por que importa".</step>
      <step>Roteie cada uma (CALLER · PROJECT · WEB).</step>
      <step>Publique `research/{{SLUG}}/DOUBTS.md`.</step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="2" name="RAJADA 0 — CONTEXTO">
    <objective>Descobrir o que já é sabido antes de gastar uma busca com isso.
      Roda nos DOIS modos, sempre. Nunca pule.</objective>
    <steps>
      <step>Emita, NA MESMA MENSAGEM: um <tool>Agent</tool> com
        `subagent_type: "fork"` (template T1, com TODAS as dúvidas de rota
        CALLER) e um <tool>Agent</tool> com `subagent_type: "Explore"`
        (template T2, com TODAS as de rota PROJECT). Se não houver dúvida de
        uma das rotas, dispare mesmo assim com a pergunta original — o contexto
        que volta sempre reformula alguma dúvida WEB.
        Se o Agent recusar o tipo `fork`, NÃO repita a chamada: aplique
        `fork-indisponível` e siga em frente na mesma rajada.</step>
      <step>Barreira. Espere os dois.</step>
      <step><strong>Reescreva o registro com o que voltou:</strong> feche as
        dúvidas que o contexto respondeu; troque termos genéricos pelas versões
        e restrições reais nas dúvidas WEB; admita as dúvidas novas que o
        contexto criou. Este é o passo que faz a Rajada 1 valer o dobro.</step>
      <step>Guarde o resultado como CONTEXTO ESTABELECIDO — ele entra em todo
        prompt de todas as rajadas seguintes.</step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="3" name="RAJADA N — DÚVIDAS">
    <repeat>Rajada 1 nos dois modos; rajadas 2..N só em rajada-contínua.</repeat>
    <steps>
      <step>Selecione as dúvidas ABERTAS desta rajada, qualquer rota, ordenadas
        por impacto no entregável. Aplique o teto de `budgets/teto-de-rajada`:
        no máximo N sub-agentes nesta rajada (N = `sub-agents`, default 10).
        O que não couber permanece ABERTA, com o motivo "excedeu o teto da
        rajada N": vira a próxima rajada (contínua) ou entra em "Questões em
        aberto" com o que a fecharia (única). Você PODE fundir duas excedentes
        que sejam a mesma pergunta. O que NUNCA faz é colar uma dúvida não
        disparada no roster de FRONTEIRAS de um irmão — o roster é lista de
        EXCLUSÃO, e pôr algo ali garante que ninguém pesquise aquilo.</step>
      <step>SUB-RAJADA DE CONTEXTO — só se esta rajada tiver dúvidas CALLER ou
        PROJECT. É `<ordering>` aplicado DENTRO da rajada: T1 (`fork`) e T2
        (`Explore`) na mesma mensagem ANTES de qualquer WEB, barreira, e então
        reescreva o registro como na fase 2. Três amarrações: (a) ela e a
        rajada WEB que a segue contam como UMA rajada para C4 e para o T8;
        (b) se depois dela não sobrar dúvida WEB ABERTA, vá direto para a fase
        4 — não dispare rajada WEB vazia; (c) num T1 depois da rajada 0, mande
        só as dúvidas CALLER e o CONTEXTO ESTABELECIDO, nunca o histórico.</step>
      <step>Monte o roster de irmãos: a lista "D3 cobre X, D4 cobre Y…" que
        entra no prompt de cada um.</step>
      <step><strong>Dispare TODAS as dúvidas WEB restantes na mesma
        mensagem</strong> — um <tool>Agent</tool> por dúvida,
        `subagent_type: "general-purpose"` (e `run_in_background: false`
        apenas onde o schema da sessão o expuser — a barreira não depende
        dele, ver R5), template T3 preenchido, marcando cada dúvida como
        EM-VOO.
        DIVIDA O ORÇAMENTO: cada comando surf-search-* no prompt T3 leva
        `--sub-agents=max(1, floor(N / <tamanho desta rajada>))`. Os dois níveis
        se somam, não se multiplicam — sem isso, 10 sub-agentes com o default de
        10 pedem 100 requisições ao Brave, que chegam ENFILEIRADAS e não
        simultâneas enquanto o limitador de taxa estiver armado. O preço é
        latência, não erro: a rajada inteira fica parada esperando a fila
        drenar no ritmo do plano. Dividir não corta cobertura: o
        `surf-search-normal` roda na sua onda única todas as queries que o
        planejador admitiu (até `--max-queries`, padrão 10), `--sub-agents` por
        vez.</step>
      <step>Barreira.</step>
      <step>Registre cada handoff: resposta, confiança, fontes, caminho do
        arquivo. O STATUS SAI DA LEITURA DE UMA PALAVRA, não de julgamento —
        olhe o campo `**Confidence:**` do handoff antes de escrever:
        `High` ou `Medium` → RESPONDIDA.
        `Low` → RESPONDIDA-FRACA, e nunca RESPONDIDA (I4). Ela não entra no
        CONTEXTO ESTABELECIDO, não vira citação sem ressalva, e conta em H.
        Contador de `cli-falhou` estourado → BLOQUEADA, que tem letra própria
        na contagem (I5, letra I) e linha própria em "Questões em aberto".
        Bloqueada não some.
        Esse contador conta disparos SEUS, nunca as tentativas internas do
        sub-agente.
        NÃO EXISTE MAIS FALLBACK. A v8 é Brave-only: se a CLI falhar, a dúvida
        fica BLOQUEADA e entra no relatório como tal. Um sub-agente que
        contorne a CLI com WebSearch/WebFetch produz uma fonte que a skill não
        pode auditar nem citar — trate esse handoff como BLOQUEADO, não como
        resposta. Se a CLI sair com 78 é a chave, não a rede: pare a rajada
        inteira (fase 0, portão da chave).</step>
      <step>ATUALIZE O LEDGER DE FONTES — é o que transforma o C3 em conta e
        não em palpite. Cada handoff T3 devolve
        `Arquivo de URLs: {{HANDOFF_DIR}}/{{DOUBT_ID}}.urls.txt`, com uma URL
        canônica por linha, extraída do `--json` da própria CLI. Leia esses
        arquivos, acrescente a `research/{{SLUG}}/SOURCES.txt` toda URL que
        ainda não estiver lá — e só essas —, e reescreva o arquivo com uma URL
        por linha, sem cabeçalho, sem linha em branco, sem repetição, e
        TERMINANDO com quebra de linha (sem ela o `wc -l` perde a última URL e
        o C3 dispara cedo). Então rode
        `wc -l research/{{SLUG}}/SOURCES.txt`. Esse inteiro é `U(N)`, o
        número de fontes distintas depois da rajada N: anote-o na linha
        CONTAGEM do `DOUBTS.md` e na tabela de rajadas do T8. O C3 compara
        `U(N)` com `U(N-1)` — dois inteiros lidos do disco, nada mais.</step>
      <step>Reescreva as duas linhas de comentário no topo do `DOUBTS.md`
        (BARREIRA e CONTAGEM) com os números desta rajada. A identidade I5 tem
        de fechar AQUI, não só na entrega.</step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="4" name="TRIAGEM">
    <objective>Decidir quais dúvidas novas merecem existir. Você faz isto,
      sozinho, sem sub-agente. É barato e é a decisão mais importante do loop.</objective>
    <steps>
      <step>PASSO 0 — releia a linha `<!-- BARREIRA rajada N: em-voo=X
        recebidos=Y -->` no `DOUBTS.md` em disco. Se `Y < X`, você NÃO está na
        fase 4: volte a esperar (R5). Turno que passou sem notificação nova é
        espera, não permissão. Só com `Y == X` siga.</step>
      <step>Junte todas as "dúvidas novas" declaradas nos handoffs, mais as que
        VOCÊ tem ao ler as respostas: o que ficou pressuposto sem prova, o que
        duas fontes contam diferente, o que a resposta implica e não fecha.</step>
      <step>Passe cada candidata pelo PORTÃO DE ADMISSÃO. Precisa dos quatro:
        <gate id="G1" name="não-duplicata">Não é a mesma pergunta de nenhuma
          dúvida JÁ REGISTRADA — inclusive das DESCARTADAS e BLOQUEADAS.
          Se for, marque DUPLICATA-DE-Dn e descarte.</gate>
        <gate id="G2" name="decisão-relevante">A resposta muda uma parte
          CONCRETA do entregável, e você consegue nomear qual. "Seria
          interessante saber" reprova. Convenção declarada: o JUÍZO (a parte é
          mesmo concreta e afetada?) é seu e ninguém o verifica — o que este
          portão torna verificável é o REGISTRO, a coluna "por que importa"
          (I2) com a parte nomeada. Quem audita confere a coluna, não o seu
          julgamento.</gate>
        <gate id="G3" name="respondível">Existe evidência que plausivelmente a
          feche — publicada na web, no repositório, ou na conversa em que esta
          skill foi carregada. G3 reprova por UMA destas quatro causas, e só
          por elas; o motivo registrado tem de nomear a letra: (a) evento
          futuro; (b) intenção de terceiro; (c) dado privado não publicado;
          (d) a pergunta não é factual. Fora dessas quatro, NA DÚVIDA ADMITA —
          o custo de uma dúvida a mais é um sub-agente; o de uma a menos é uma
          resposta errada. Convenção declarada: o verificável é o REGISTRO —
          o motivo nomeia a letra a/b/c/d. O acerto do juízo ("existe
          evidência plausivelmente") é previsão sobre o mundo feita antes de
          olhar: um portão não transforma palpite em fato, só registra a
          declaração do palpite.</gate>
        <gate id="G4" name="não-regressiva">Não é mais um degrau de "por quê"
          sobre algo já suficientemente respondido, nem refinamento de precisão
          que a resposta não usa. Cheque a cadeia de origem (I3): se a dúvida
          está a três saltos da pergunta original e já não fala dela, é deriva.</gate>
      </step>
      <step>Toda candidata ADMITIDA recebe uma rota (CALLER · PROJECT · WEB) no
        ato da admissão, pela mesma regra de `routing`. Dúvida admitida sem
        rota é dúvida que ninguém dispara; a coluna Rota só fica "—" para
        DESCARTADA e DUPLICATA.</step>
      <step>Registre TODA candidata, inclusive as reprovadas, com o motivo da
        reprovação. Elas nunca mais voltam (I1). Cada reprovada em G2, G3 ou G4
        ganha também uma linha na tabela "Dúvidas recusadas no portão" do T8,
        com o portão e o motivo em uma linha (G3 nomeia a letra a/b/c/d). As
        reprovadas em G1 ficam só no contador, com o `Dn` de que são duplicata.
        Um `E` inteiro e mudo esconde justamente as perguntas que VOCÊ decidiu
        não fazer — e é isso que esta skill promete não fazer.</step>
      <step>Bifurque pelo modo:
        <branch mode="rajada-única">Pare. As admitidas viram "Questões em
          aberto" na resposta final, cada uma com o que a fecharia. Vá para a
          fase 5.</branch>
        <branch mode="rajada-contínua">Aplique a regra de convergência
          (`convergence`). Continuar → volte à fase 3 com as admitidas.
          Saturado → fase 5.</branch>
      </step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="5" name="VERIFICAÇÃO">
    <objective>Atacar o que foi encontrado, e checar o que não foi.</objective>
    <steps>
      <step>PORTÃO DE SÍNTESE — passo 0, antes de emitir T4 ou T5. RELEIA
        `research/{{SLUG}}/DOUBTS.md` DO DISCO, linha a linha. Não use a sua
        lembrança do registro: depois de quatro rajadas ela diverge do arquivo,
        e é o ARQUIVO que o auditor e o sintetizador vão ler. Quatro perguntas,
        todas respondíveis com sim ou não olhando o arquivo:
        (1) Alguma linha ainda em EM-VOO? Se sim, você não está na fase 5 —
            volte a esperar (R5).
        (2) Toda linha ABERTA, BLOQUEADA ou RESPONDIDA-FRACA tem preenchido "o
            que a fecharia"? Se não, preencha antes de seguir. (Convenção
            declarada: o portão confere o PREENCHIMENTO da célula, e o
            conteúdo é texto livre — ninguém verifica se aquilo fecharia
            mesmo a dúvida.)
        (3) A identidade `A = B + C + G + E + I + H + F` fecha (I5)? Se não, o
            registro está errado — conserte o registro.
        (4) `wc -l research/{{SLUG}}/SOURCES.txt` bate com o último `U(N)`
            anotado na linha CONTAGEM, e o arquivo não tem URL repetida?
        Um "não" em qualquer uma das quatro impede a emissão do T4 e do T5.</step>
      <step>Consolide `research/{{SLUG}}/FINDINGS.md` a partir do registro
        inteiro — TODAS as rajadas, não só a última.</step>
      <step>Emita NA MESMA MENSAGEM: o revisor adversarial (T4) e o auditor de
        cobertura (T5). O primeiro pergunta "isto é verdade?"; o segundo,
        "isto responde a pergunta?". São falhas diferentes e precisam de olhos
        diferentes. Alto risco: três T4 em paralelo com lentes distintas
        (atualidade · autoridade · reprodutibilidade), matando a afirmação com
        2 de 3 refutações — é a rajada de confiança de `burst-kinds`.
        O T5 recebe o CAMINHO `research/{{SLUG}}/DOUBTS.md` e é instruído a
        lê-lo do disco. NUNCA cole o registro no prompt: um registro colado é a
        sua lembrança dele, e o que o auditor auditaria seria a lembrança.</step>
      <step>Afirmação REFUTADA sai ou é corrigida; SOLITÁRIA fica com ressalva
        escrita.</step>
      <step>Toda dúvida que o auditor marcou "nominalmente respondida,
        materialmente aberta" volta de RESPONDIDA para ABERTA no registro —
        nos DOIS modos. Sem isso o sintetizador a lê como fechada e a afirma
        sem ressalva.</step>
      <step>REPROVAÇÃO DE CONTABILIDADE do T5 — identidade que não fecha, linha
        ainda EM-VOO, ou linha RESPONDIDA cujo handoff diz `Confidence: Low` —
        NÃO é lacuna de pesquisa e não vira questão em aberto: é erro de
        registro, e erro de registro se conserta. A RESPONDIDA sobre handoff
        Low vira RESPONDIDA-FRACA; a EM-VOO recebe o status que o handoff
        dela manda; a identidade é refeita. Depois refaça as quatro perguntas
        do portão de síntese e siga. Isso não abre rajada e não gasta um
        segundo T5.</step>
      <step>Bifurque pelo veredito do auditor (T5) — ele escreve em inglês:
        `READY FOR SYNTHESIS` é PRONTO PARA SÍNTESE, `MISSING` é FALTA:
        <branch verdict="PRONTO PARA SÍNTESE">Fase 6.</branch>
        <branch verdict="FALTA" mode="rajada-contínua" condition="abaixo do teto vigente (6, ou 12 se estendido por C4)">
          Dispare uma rajada de correção com as lacunas apontadas. Quando ela
          voltar, re-dispare UM T4 restrito às afirmações que ela criou ou
          corrigiu — e nada mais. Esta é a única re-verificação permitida: não
          há segunda rajada de correção, e o que ainda faltar vira questão em
          aberto.</branch>
        <branch verdict="FALTA" mode="rajada-única, ou contínua sem orçamento">
          Não há rajada de correção. Cada parte órfã do entregável entra no
          registro como dúvida ABERTA com origem AUDITORIA e vai para "Questões
          em aberto" com o que a fecharia. O relatório declara em "Parada" que
          o modo (ou o teto) impediu o fechamento.</branch>
      </step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="6" name="SÍNTESE">
    <steps>
      <step>UM sub-agente sintetizador (T6). Nunca dois. Leitura paraleliza;
        redação não — dois escritores produzem duas premissas implícitas
        incompatíveis.</step>
      <step>Ele recebe o CAMINHO `research/{{SLUG}}/DOUBTS.md` — nunca uma
        cópia colada — e lê do disco o registro inteiro, os handoffs completos
        e a auditoria de cobertura; então escreve `research/{{SLUG}}/ANSWER.md`
        no formato do entregável, com citações [n] e a tabela de fontes. A
        tabela "Questões em aberto" dele tem exatamente `F + I + H` linhas
        (I5), e toda afirmação apoiada numa RESPONDIDA-FRACA sai com ressalva
        escrita.</step>
    </steps>
  </phase>

  <phase id="7" name="ENTREGA E COMMIT">
    <steps>
      <step>Se a SUA conversa é a de um sub-agente a serviço de outro agente,
        monte a devolução (T7): resposta curta, o que isso muda no projeto
        dele, as premissas dele que foram verificadas, e o que você ainda
        precisa dele. É a volta da troca aberta na Rajada 0. Invocada
        diretamente pelo usuário, o T8 já cumpre esse papel.</step>
      <step>Pré-voo do commit, só leitura: `git rev-parse --git-dir` e
        `git check-ignore -q research/{{SLUG}}`. ATENÇÃO ao código de saída do
        check-ignore, que é invertido: 0 = IGNORADO, 1 = versionável. Sem
        repositório (exit 128) ou caminho ignorado (exit 0) → não commite e
        não force; vá para `commit-bloqueado`.</step>
      <step>Havendo repositório e caminho versionável:
        `git add research/{{SLUG}} && git commit -m "docs(research): {{RESUMO}}" -- research/{{SLUG}}`.
        O pathspec no commit é obrigatório: sem ele, o que o usuário já tinha
        em stage entra no seu commit. O prefixo conventional-commit também é
        obrigatório — `research:` não é tipo válido e commitlint recusa.</step>
      <step>Apresente o RELATÓRIO FINAL (T8).</step>
    </steps>
  </phase>

</workflow>

<convergence>
  <applies-to>rajada-contínua</applies-to>
  <rule id="C1" name="rajada seca — e o que NÃO é seca">Rajada que ADMITIU
    pelo menos uma dúvida no portão não é seca: zere o contador de secas e
    siga. Só quando a rajada admitiu ZERO é que a pergunta importa — e ela tem
    duas respostas muito diferentes, que se separam por uma conta e não por
    impressão. Seja `S` o número de dúvidas DISPARADAS nela (as que você marcou
    EM-VOO) e `R` quantas voltaram RESPONDIDA com 

…(truncated)
