# Process Health

> Diagnostica a saúde de um processo do Pipefy com dados reais: gargalo, retrabalho, SLA, qualidade de dados, automação ligada e desligada, e oportunidades de automação ou IA. Use quando pedirem para analisar um pipe, entender por que um processo está lento, revisar SLA, encontrar campos sem uso ou decidir onde cabe agente de IA. Gatilhos - 'analisa esse pipe', 'onde está o gargalo', 'por que esse processo demora', 'meu processo está saudável', 'o que dá para automatizar aqui', 'onde eu usaria IA nesse processo', 'esse pipe está bem configurado'.

- Skill: `maurivanluiz/process-health` (Agent Skill, multi-file: 6 files)
- Install (CLI): `npx skillmds@latest add maurivanluiz/process-health`
- Raw SKILL.md: https://api.skillmd.com/api/skills/maurivanluiz/process-health/raw
- Safety review: pending
- Works with: Claude Code, Claude.ai, OpenAI Codex
- Category: Coding & Dev Tools
- Author: maurivanluiz (https://skillmd.com/u/maurivanluiz)
- Updated: 2026-09-22
- Page: https://skillmd.com/skills/maurivanluiz/process-health

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# Process Health

## Descrição

Analisa um pipe do Pipefy e produz um diagnóstico com evidência: onde o tempo
está, o que volta atrás, o que não tem SLA, quais campos não recebem dado, o que
já está automatizado e quais decisões são previsíveis o suficiente para virar
automação em vez de agente de IA.

Esta skill observa, diagnostica e recomenda. Não altera nada no Pipefy: nem
campo, nem SLA, nem automação, nem agente. Quando um dado não existir, escreva
"não medido" e diga qual conclusão fica bloqueada, em vez de estimar.

Usa apenas as ferramentas do MCP do Pipefy. Não há script nem dependência a
instalar: só este arquivo e os arquivos de referência ao lado dele.

## Quando usar

- O dono de um processo quer saber onde ele está travando.
- Alguém pergunta o que dá para automatizar em um pipe.
- Antes de propor um agente de IA, para checar se uma automação resolveria.
- Revisão de configuração: SLA ausente, campos sem uso, automação desligada.
- Comparar o mesmo processo antes e depois de uma mudança.

## Referências

Este arquivo é o fluxo. O detalhe mora em `references/`, e cada arquivo é lido
no passo que precisa dele, não antes. Ler tudo de uma vez desperdiça contexto
que a coleta de cards vai consumir.

| Arquivo | Quando ler | O que tem |
|---|---|---|
| `references/collect.md` | antes do passo 1 | inputs, queries GraphQL, paginação, agregação por página, casos de borda |
| `references/metrics.md` | no passo 4 | definição de cada métrica, limiares, guardas, dimensões e o que cada achado permite afirmar |
| `references/response.md` | no passo 5 | glossário de identificador para língua do processo, formato das três tabelas, fechamento, exemplo |
| `references/publish.md` | só se o usuário pedir para publicar | conteúdo da página, design system, composição, publicação |

## Fluxo

**1. Coletar.** Leia `references/collect.md` e siga: estrutura do pipe,
automações, cards paginados de trás para frente.

**2. Agregar por página.** Ainda em `references/collect.md`. Atualize o estado
depois de cada página e descarte o detalhe dos cards. A tabela de estado daquele
arquivo é um contrato: o que não estiver nela não pode ser calculado no passo 4,
porque os cards já foram descartados.

**3. Checar os portões da coleta.** Visibilidade parcial, concluídos
insuficientes, nenhuma fase com prazo, coleta truncada no limite: os casos de
borda em `references/collect.md` trazem os limiares e dizem o que fica
bloqueado. As guardas de cálculo são outras, e entram no passo 4. A resposta
continua saindo, com a limitação declarada junto do número.

Não confunda recorte com viés. A janela e o limite de cards cortam de propósito,
e ver uma fração pequena de um pipe grande é normal. Viés é ver menos do que a
janela pede, e a seção de cobertura daquele arquivo diz como distinguir os dois.

**4. Calcular.** Leia `references/metrics.md` e siga as regras à risca,
incluindo as guardas. Elas existem porque cada uma corrigiu um falso positivo
observado em dados reais.

**5. Responder.** Leia `references/response.md`. Ressalva de visibilidade
primeiro, depois a tabela de dimensões, que fecha com o potencial de IA em escala
própria, depois os achados de severidade alta com evidência. As oportunidades
entram como achados, com a ação dizendo se é automação determinística ou IA. Uma
única próxima ação. Máximo de 30 linhas: diagnóstico longo não é lido.

**6. Perguntar o que vem depois, de forma interativa.** Feche com a ferramenta de
pergunta interativa do ambiente (`AskUserQuestion` no Claude Code), não com uma
frase solta. Uma pergunta, escolha única, com as opções da seção "Fechamento" de
`references/response.md`. Sem ferramenta interativa, use uma linha de texto com
as mesmas opções.

**7. Publicar, só se pedirem.** Nunca publique o relatório por iniciativa
própria: na maioria das vezes a resposta em texto resolve, e uma página que
ninguém pediu é trabalho jogado fora. Quando o usuário escolher publicar, leia
`references/publish.md`, use a ferramenta `Artifact` e entregue o link.
Não gere arquivo HTML local: o relatório existe para circular, e arquivo em disco
não circula. O artefato nasce privado, e quem decide abrir é o usuário.

## Governança

- **Nada de vocabulário de API na tela, em nenhum momento.** A proibição não vale
  só para a resposta final: vale para o que você escreve enquanto coleta. Não
  narre nome de ferramenta, de consulta ou de campo da API, nem em relato de
  progresso, nem em aviso de erro, nem para justificar uma dimensão não medida.
  Em vez de "chamando get_automations", escreva "lendo as automações do
  processo"; em vez de "get_automations falhou", escreva "não consegui ler as
  automações, então essa dimensão fica não medida". Os identificadores existem
  dentro da chamada de ferramenta, e é lá que eles ficam. A lista do que nunca
  aparece está em `references/response.md`.
- Os valores dos campos passam pelo seu contexto, porque a API não permite pedir
  apenas o preenchimento. Nunca transcreva valor de campo na resposta nem no
  relatório: conte presença, cardinalidade e repetição, e cite cards por ID. Em
  pipe com dado sensível (folha de pagamento, saúde, jurídico de pessoa física),
  avise o usuário antes de coletar.
- Ao compartilhar um relatório, confira se o público pode ver aquele processo.
- Campo com pouco uso é a recomendação mais perigosa daqui. Um campo preenchido
  três vezes por ano pode ser exigência de auditoria, contrato ou LGPD. Sempre
  "confirmar com o dono do processo", nunca "remover".
- Nenhuma alteração no Pipefy sai desta skill. Se o usuário quiser executar uma
  recomendação, isso exige confirmação explícita dele sobre o que exatamente
  será alterado.
- Processos que continuam em pipe conectado não são atravessados. Se
  `childrenRelations` ou `parentsRelations` existirem, diga que a análise para na
  fronteira do pipe e que o gargalo pode estar do outro lado.

## Critério de qualidade

A resposta está pronta quando declara janela, número de cards e visibilidade;
traz evidência junto de cada afirmação; separa observação de hipótese, usando
"pode estar" onde a confiança é média; marca como não medida toda dimensão sem
dado; aplica as três guardas de contribuição por fase; distingue automação
determinística de trabalho que exige IA; não contém nenhum identificador interno
de API nem nome de ferramenta, nem na resposta nem no que você escreveu antes
dela; e termina em uma única próxima ação com responsável.

Antes de entregar, releia procurando underscore e inglês técnico. Achou algum
fora de bloco de código, traduza.

Uma recomendação sem evidência é hipótese, e deve ser apresentada como tal.

Como os números são calculados por você e não por script, duas execuções podem
divergir. Se o usuário for usar o resultado para decidir algo que precise ser
auditado, diga isso e registre os números em um arquivo, para que a próxima
rodada possa ser comparada com esta.

