# QA

> Você vai conduzir testes de integração e QA contra os artefatos deployados no servidor Fluig.

- Skill: `tbc-servicos/qa` (Agent Skill)
- Install (CLI): `npx skillmds@latest add tbc-servicos/qa`
- Raw SKILL.md: https://api.skillmd.com/api/skills/tbc-servicos/qa/raw
- Safety review: pending
- Works with: Claude Code, Claude.ai, OpenAI Codex
- Category: Coding & Dev Tools
- Author: tbc-servicos (https://skillmd.com/u/tbc-servicos)
- Updated: 2026-09-17
- Page: https://skillmd.com/skills/tbc-servicos/qa

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Você vai conduzir testes de integração e QA contra os artefatos deployados no servidor Fluig.

## HARD GATE

- **Leia `docs/plans/<plan>.gates.json`** e confirme: `deploy.status=ok` e `tests_unit.status=ok`. O arquivo é a fonte de
  verdade — não confie em afirmação da conversa.

Não inicie testes de QA se:
- O deploy não foi realizado com sucesso (não há servidor com os artefatos)
- O servidor não está acessível ou os artefatos não estão publicados

Verifique que o deploy do Passo 3 anterior foi concluído antes de prosseguir.

## Passo 1 — Executar testes E2E (Playwright)

Acione a skill `/fluig:test` solicitando execução dos testes E2E contra o servidor deployado:

```
Execute os testes Playwright E2E dos artefatos [nomes] contra o servidor [URL do deploy anterior].
Se NÃO existirem testes E2E para os artefatos da task: **PARE e gere-os via
`/fluig:test`** (com aprovação do roteiro) antes de prosseguir — QA sem E2E é
reprovação automática. Se existirem, execute os existentes (não duplique).
Use FLUIG_BASE_URL apontando para o servidor (nunca localhost).
```

Os testes E2E devem validar:
- Carregamento dos formulários e datasets no servidor real
- Integração com Protheus (se aplicável)
- Fluxo completo do usuário contra a API Fluig live

**Se os testes E2E falharem:** corrija o artefato, redeploy via `/fluig:deploy` e retorne para este passo.

## Passo 2 — Acionar fluig-qa para análise de qualidade

Após testes E2E passando, acione o agente `fluig-qa` via SendMessage (model: sonnet):

```
Analise a qualidade dos artefatos [listar nomes] publicados em [URL servidor].
Verifique: casos de borda não tratados, campos obrigatórios sem validação,
datasets sem constraints de filtro, cobertura de testes em widgets, e estado de erro.
Classifique riscos como ALTO, MÉDIO ou BAIXO.
```

O agente `fluig-qa` acessa o servidor real para validar comportamento e identificar:
- Validações faltantes
- Tratamento de erros inadequado
- Cenários de borda expostos
- Cobertura de testes insuficiente

## Passo 3 — Avaliar resultados

Revise a análise do fluig-qa:

### Se houver riscos ALTO:

```
Riscos ALTOS encontrados na análise de QA:
[listar riscos]

Estes precisam ser corrigidos antes de prosseguir para produção.
Retorne para /fluig:implement para correção, depois redeploy via /fluig:deploy.
```

Não avance para `/fluig:verify` até riscos ALTOS serem resolvidos.

### Se houver apenas riscos MÉDIO/BAIXO:

Apresente os resultados ao usuário e prossiga para o próximo passo.

## Passo 4 — Anunciar conclusão

```
QA concluído.

Testes E2E: [PASSANDO] — [N] cenários
Análise de qualidade: [APROVADO / APROVADO COM RESSALVAS]

Riscos identificados:
- Altos: N
- Médios: N
- Baixos: N

Próximo passo: /fluig:verify
```

## Regras obrigatórias

- Testes E2E sempre contra servidor real (nunca localhost)
- Fluig-qa sempre executado após E2E (análise no servidor live)
- Riscos ALTOS obrigam retorno para `/fluig:implement` — não pule
- Riscos MÉDIO/BAIXO são documentados mas não bloqueiam
- O próximo passo obrigatório é `/fluig:verify` — gate final antes de produção

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## Consulta de Conhecimento

Se precisar de informação não disponível no MCP, consulte o RAG:
```
searchKnowledge({ keyword: "<termo relevante>" })
```

