/ask — interrogar o cérebro
Caminho de leitura (em ordem, pare quando bastar)
- Índices (
_indices/) — achar a entidade (aliases!) e a lista de artefatos que a mencionam. - Artefato(s) em PROCESSED — extrair a resposta com ID (A-/D-) e data.
- RAW — descer ao original SÓ para a letra exata (página do PDF, minuto da transcrição, mensagem do Slack). Citar a âncora ao responder.
Nunca varrer RAW inteiro — o índice existe para isso.
Contrato de resposta
<resposta direta, 1–3 linhas>
· <evidência 1> — fonte: <artefato> (<data>) [<proveniência>]
· <evidência 2> — fonte: <artefato> (<data>) [<proveniência>]
Não consta: <o que o cérebro NÃO sabe sobre a pergunta>
Regras:
- Proveniência sempre visível: "[observado]" (dito em reunião/canal) pesa diferente de "[doc]" (escrito em documento).
- "Não consta" é resposta válida e frequente — o dono confia no cérebro porque ele admite buracos. Inventar memória é o erro imperdoável.
- Se a pergunta é sobre fonte viva (doc do Drive, card), checar staleness e
oferecer
/connect <fonte>antes de responder com dado velho. - Se duas fontes se contradizem: apresentar as duas com datas, não escolher.