Design de interface
Fluxo
- Identificar usuário, tarefa principal, frequência, dispositivo e densidade.
- Inventariar conteúdo, ações, riscos e estados antes do layout.
- Escolher shell, navegação e grid coerentes com a arquitetura da informação.
- Definir hierarquia por agrupamento, contraste, escala e espaço.
- Aplicar tokens e componentes existentes antes de criar variantes.
- Desenhar estados e casos extremos em todos os breakpoints.
- Validar legibilidade, consistência, acessibilidade e implementação.
Padrões
- Dashboard responde perguntas; não é coleção de cards decorativos.
- Colocar visão geral antes do detalhe e ação junto do objeto afetado.
- Usar tabela para comparação densa, lista para leitura e cards para entidades distintas.
- Preservar posição, filtros e contexto ao navegar entre lista e detalhe.
- Exibir unidade, período, origem, atualização e vazio nos dados.
- Manter ação destrutiva distinta, explicada e reversível quando possível.
- Definir tokens semânticos e uma escala limitada de spacing/tipografia.
Validação
- Cenários nominal, loading, empty, partial, error, offline e permission denied.
- Conteúdo real curto/longo, números extremos e internacionalização.
- Viewports, zoom, contraste, teclado e reduced motion.
- Comparação com componentes e tokens já publicados.
Leia references/standards.md para padrões de telas, dashboards, layouts e sistemas de design.