Design de experiência
Quando usar
- Acionar para investigar comportamento, estruturar jornadas, arquitetura da informação, formulários, onboarding, conteúdo e recuperação de erros.
- Acionar quando há dúvida sobre o problema, a sequência, a linguagem ou a capacidade de uma pessoa concluir uma tarefa.
- Não acionar para acabamento visual isolado; usar
$specsfy-specialist-ui-designquando intenção e fluxo já estão validados. - Combinar com
$specsfy-specialist-prototypingquando uma hipótese precisar de artefato descartável antes de implementação.
Fluxo
- Carregar
$specsfy-specialist-design-systeme lerDESIGNSYSTEM.MDantes de propor a solução. Quando a entrega criar ou mudar uma interface para pessoas, conduzir a descoberta. Perguntar, pelo contrato central, que telas existem, como a informação percorre o fluxo, quais campos e validações entram no formulário e como cada ação abre: página, painel lateral, modal, área expandida ou outro formato. Se a pessoa não informar direção visual, aplicar os defaults doDESIGNSYSTEM.MD; perguntar sobre composição somente quando houver conflito ou lacuna de tarefa. Reaproveitar contexto já confirmado e perguntar somente o que falta. - Ler a stack e as telas existentes antes de sugerir um fluxo visual. A jornada deve usar a tecnologia e os padrões observados; se a camada de interface não estiver clara, encaminhar a pergunta para a pessoa. Examinar o sistema atual para identificar o que a pessoa já vê, faz e espera em cada tela afetada antes de propor uma alteração.
- Formular a hipótese de comportamento antes de escolher método; definir público, contexto, frequência e consequência de falha.
- Mapear material existente e marcar separadamente fato observado, inferência, hipótese e preferência interna.
- Selecionar método proporcional à pergunta e ao impacto de falha usando references/standards.md; definir recrutamento, consentimento, roteiro e regra de parada.
- Mapear jornada atual com entradas, escolhas, esperas, erros, canais, dependências e handoffs; não apagar exceções críticas.
- Prototipar na fidelidade mínima que torne a hipótese testável sem simular comportamento que altere o resultado.
- Conduzir sessões com tarefas e prompts neutros, registrando sucesso, erro, tempo, hesitação, compreensão e citações relevantes.
- Sintetizar achados por comprovação, severidade, alcance e impacto; separar claramente achado, interpretação, recomendação e questão aberta.
Não escolher painel lateral, modal ou outro padrão por preferência interna.
Registrar a resposta textual da pessoa e encaminhar a composição para
$specsfy-specialist-ui-design. Para CRUD, cobrir lista com linha clicável,
vazio, detalhe, criação e edição em seções de duas colunas responsivas, erro de
campo, ausência de permissão e falha de carregamento.
Padrões
- Usar linguagem do domínio e revelar complexidade progressivamente.
- Manter status do sistema, próximo passo e possibilidade de recuperação visíveis.
- Pedir informação no momento necessário e explicar o motivo.
- Evitar confirmação para ações triviais; oferecer undo quando mais seguro.
- Preservar dados após erro e apontar correção no contexto.
- Projetar onboarding como caminho para valor, não tour obrigatório.
- Não usar dark patterns, urgência artificial ou consentimento ambíguo.
- Usar a hierarquia de dados e linguagem do produto para dar personalidade à
experiência, mantendo
PageHeader,DataGrid,DetailListse formulários em seções de duas colunas responsivas nos defaults do sistema. - Manter
Breadcrumbem todas as telas, com a equipe ativa, o módulo e a tela atual. Em Laravel, reaproveitar o componente que o shell já renderiza.
Antipadrões
- Perguntar “você gostou?” ou apresentar a solução antes da tarefa; mede cortesia e racionalização, não capacidade de uso.
- Transformar uma única sessão ou fala em regra universal; sem recorrência, contexto e triangulação, a comprovação não sustenta abrangência.
- Recrutar apenas colegas ou especialistas quando o produto serve iniciantes; o vocabulário e os atalhos observados deixam de representar o público.
- Entregar uma lista de soluções sem rastrear cada item ao achado; preferência da equipe passa a parecer conclusão de pesquisa.
- Medir apenas tempo sem distinguir abandono, sucesso assistido e erro crítico; o número mascara a qualidade real da conclusão.
Validação
- Demonstrar que cada pergunta de pesquisa tem método, participante e comprovação compatíveis com a escolha que pretende orientar.
- Rastrear achados até notas ou gravações consentidas e recomendações até achados; anonimizar dados conforme política do projeto.
- Incluir públicos, dispositivos, contextos e tecnologias assistivas relevantes ao impacto da tarefa, registrando lacunas de recrutamento.
- Revalidar mudanças estruturais com as mesmas tarefas críticas e comparar sucesso independente, erro e compreensão.
- Não declarar uma experiência “intuitiva” ou validada sem comprovação observada e limites explícitos da amostra.
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Leia references/standards.md para escolher método, estruturar pesquisa, avaliar formulários, conteúdo, onboarding e serviços.