Objetivo
Encontrar a causa raiz com o menor contexto necessário, corrigir o comportamento sem mascarar sintomas e deixar evidência de regressão quando tecnicamente viável.
Princípios
- Evidência antes de hipótese.
- Reprodução antes de correção, quando possível.
- Causa raiz antes de workaround.
- Teste de regressão antes ou junto da correção.
- Mudança mínima e observável.
Processo
- Leia
AGENTS.mde registre sintoma, ambiente, entrada, saída esperada e saída real. - Localize símbolos, testes e configurações associados ao sintoma antes de expandir arquivos grandes.
- Reproduza com o menor comando ou teste possível.
- Separe fatos de hipóteses e descarte hipóteses com evidência.
- Delegue somente coleta mecânica de evidências quando houver workers/subagentes; mantenha o raciocínio de causa raiz no agente principal.
- Verifique se a falha é regressão, comportamento já existente, configuração incorreta ou lacuna de teste.
- Adicione teste que falhe pelo motivo correto antes da correção quando o cenário for automatizável.
- Implemente a menor correção que ataque a causa raiz.
- Execute primeiro a validação direcionada e depois a baseline definida em
AGENTS.md. - Revise o diff procurando mecanismos que apenas escondam o sintoma.
Áreas de atenção
- Em concorrência/estado, procure race conditions, falta de atomicidade e suposições de ordem; não adicione lock, retry ou delay sem demonstrar a causa.
- Em compatibilidade/API, preserve contratos não envolvidos e trate mudança pública como breaking change deliberado.
- Em dependências/configuração, confirme versões em
Directory.Packages.propse diferencie falha do código de falha do ambiente/toolchain.
Restrições específicas
- Não ajuste asserts para aceitar comportamento incorreto.
- Não engula exceções para fazer testes passarem.
- Não adicione retry, timeout maior ou sleep sem evidência.
- Não confunda correlação com causa raiz.
As demais restrições e validações globais são definidas em AGENTS.md.
Saída esperada
Relate sintoma/evidência, causa raiz, correção, teste de regressão, validações executadas e riscos restantes.
Critério de qualidade
Uma boa correção explica por que o bug acontecia, altera o mínimo necessário e impede a regressão sem enfraquecer a baseline.